Silêncio Mortal

"Em 1992 meu pai perdeu o emprego na fazenda que trabalhava, e voltamos para nossa casa na cidade, eu tinha 8 anos, e já era bem esperto e alto para minha idade, eu não dava muita importância ao caso da demição, mas a ideia não me desagradava, afinal eu poderia fazer novos amigos. Depois de algum tempo só me sobrou mesmo a companhia de um tio, irmão do meu pai, que na época tinha por volta de 30 a 35 anos, e tinha a fama de não regular muito bem, eu sabia que ele era apenas um preguiçoso mesmo, mas eu não dava a mínima afinal eu tinha ele para brincar comigo já que meu pai não deixava meus colegas de escola vir na nossa casa, ele dizia que não eram boas companhias, que só me ensinariam coisas ruins.
Uns seis meses depois minha mãe ia todas as tardes para a casa de uma amiga que esteva com alguns problemas, eu ficava em casa sozinho, mas logo meu tio chegava e me trazia pão, as vezes biscoitos, eu lanchava e ele ficava por perto, as vezes brincava comigo, ele sempre estava por perto, sempre me olhando, e sempre muito agradável, eu achava que era por ser meu tio, e que ele estava apenas cuidando para que eu me divertisse sem problemas.
Aproximadamente um ano e meio depois eu já estava com quase dez anos, meu pai arrumou serviço em outra cidade, e nessa mesma época minha avó ficou doente e minha mãe dormia no hospital com ela, e como eu precisava estudar, minha mãe pediu que meu tio dormisse em nossa casa comigo para me acordar cedo e me levar no colégio. No primeiro dia por volta das 19 meu tio foi no quarto e voltou só de shorts e com uma toalha, e me disse que era hora do banho, eu disse que após ele eu iria, mas ele mandou eu pegar roupas limpas, eu pensei que quando eu voltasse ele já estaria quase terminando o banho dele, mas quando voltei ele ainda estava na porta do banheiro, e mandou eu entrar, eu fiquei quieto.

Naquele momento como todo pedófilo ele me tranquilizou como se fosse algo muito simples e natural, ele veio e passou a mão na minha cabeça e disse que eu não ficasse com vergonha, e me perguntou se eu nunca tinha tomado banho com meu pai, eu disse que não, ele pegou minha mão e entramos no banheiro, ele tirou o shorts olhando nos meus olhos, massageou o pênis e mandou eu tirar a roupa, eu estava com vergonha, mas obedeci, ele pegou no meu pênis e sorrindo disse, que estava grande, e me perguntou se eu já sabia como usar, eu disse que não, e ele disse que mais tarde me ensinaria, naquele momento não entendi mais fiquei calado, e ele começou a falar outros assuntos, e tomamos banho, no fim ele disse que me ensinaria a fazer minha higiene de forma correta, passou sabão na mão e lavou minha bunda, meu pênis, mas de forma a não transparecer nada de errado, e em seguida mandou eu fazer pra ver se eu tinha aprendido.

Duas horas após o jantar ele disse que já era hora de dormir, chegando no quarto ele me perguntou se eu queria aprender a usar monha pênis, eu fiquei olhando pra ele em silêncio, ele veio se sentou do meu lado e disse que ele me ensinaria se eu jurasse não contar pra ninguém, eu disse que jurava, então ele ficou de pé na minha frente e tirou o shorts, e começou a massagear seu pênis que em minutos estava ereto, e ele me mostrava e dizia que o meu podia ficar também, veio e tirou minha roupa, e mandou eu pegar no pênis dele, eu exitei, ele disse que era só pra eu ver como que o meu tinha que ficar, fiquei quieto e ele pegou minha mão e ficou segurando sobre o pênis dele, e punhetava o pênis dele, e me olhava com cara de safadeza.
Após isso ele abaixou-se, abriu minhas pernas e começou a me chupar, fiquei com pênis ereto também, depois de alguns minutos ele me deitou na cama e se deitou do meu lado, e segurando meu pênis e o dele juntos nos punhetava, em poucos minutos ele gozou na minha barriga e me limpou em seguida, quando ele voltou do banheiro disse que aquilo não era nada, que eu não devia contar pra ninguém ou as pessoas não entenderia ele ter me ensinado a ser homem.
Com o passar dos anos eu fui ficando com raiva dele, aos 12 anos ele me deu uma surra de cinto porque me recusei a chupar o pênis dele, na verdade eu já estava cheio dele, cada vez mais ele queria ficar me chupando e pedindo para que eu gozasse na boca dele, ele dizia que meu esperma era gostoso, para meus pais ele disse que eu havia xingado ele, e como ele já havia me ameaçado eu fiquei calado.

Aos quatorze anos tudo ficou tenso, eu me apaixonei por uma colega da escola, quando ele soube ele ficou furioso, disse que eu e ele eramos um do outro, que eu não poderia jamais revelar que eramos namorados, eu não aceitei mas ele fez ameaças terríveis, disse que falaria aos meus pais que eu teria pegado nele, e desrespeitado ele, e depois de semanas de pressão, eu já não sabia mais oque fazer, ele pediu aos meus pai pra deixarem eu ir pescar com ele, eu fui só para não causar mais brigas pois apesar de ele ter fama de não regular bem da cabeça, ele tinha muita influência com meus pais, na beira do rio a noite na barraca, após ele tomar banho ligou o lampião, tirou a roupa e veio pegar no meu pênis, eu fiquei muito bravo e ele disse que se eu transasse com ele seria a ultima vez, acabei concordando, ele já estava falando alto e fazendo ameaças, foi então que ele ficou de quatro e eu comi ele, ao final ele exigiu que eu gozasse na boca dele, assim eu fiz, quando terminei de gozar me levantei para sair da barraca e ir me lavar no rio, quando sai da barraca ele pulou nas minhas costas e eu que não esperava cai no chão, ele colocou uma faca na minha garganta e disse que me comeria, que aquele era o pagamento por anos de dedicação, que eu tinha comido ele e que seria desleal se eu não retribuísse, ele tapou minha boca com a outra mão...

Ele fez questão de gozar dentro...eu estava imóvel, não sabia oque fazer, eu apenas chorava, ele virou para o lado ali mesmo no chão, e rindo dizia que meu cu era uma delicia, que era normal homens trocar prazer, que mulher era pra parir, ele ficou ali uns cinco minutos debochando da minha cara, era o prêmio da vez...quando ele deu um tapa na minha bunda e disse: "cuzão gostoso, adoro um cuzinho virgem, mais um pra minha coleção, um dia arrumo um pra tu desvirginar..." naquele momento senti o jato quente e mais delicioso da minha vida molhar minha cara, ele me olhava com olhar de pânico e com a mão tentava parar o sangue da garganta, o descuido de deixar a faca do meu lado após me estuprar e o tapa na minha bunda me fez ter o reflexo mais rápido da minha vida, foi quando cortei a garganta dele, em seguida me levantei e empurrei ele com o pé, ele sangrava demais, foi quando pisei no pescoço dele e dei mais 6 facadas no peito dele, me abaixei e cuspi na cara dele e sai dali, tomei um banho no rio e quando voltei ele não respirava mais.

Sai dali e fui para casa, cheguei em casa as duas da manhã, fui silenciosamente até o deposito e peguei chumbinho, coloquei cinco sache num copo de suco e tomei, essa é a causa da minha morte, esse desgraçado me molestou desde os oito anos, toda vez que estávamos sozinhos ele abria o zíper e me colocava pra pegar no pênis dele, e agora me estuprou, sinto muito, sei que vão chorar minha morte mas não suporto mais, e não suportaria viver e ter que inventar uma história qualquer pra justificar a morte desse merda, ninguém acreditaria na minha palavra, minha morte e essa carta ficam como testemunho do meu silêncio, pai, mãe, me perdoe, amo vocês, mas não suporto mais."
Essa é uma obra fictícia inspirada em quatro histórias reais, para não contar uma única história criei um enredo que coube as quatro histórias, para mostrar como um estuprador pode agir dentro da minha casa, da sua casa, da casa de muitos!

Fonte das fotos: Web/Google
Fotos: Meramente ilustrativas

Artigo: Antônio S.



http://www.hotsafados.com/p/aumento-peniano-como-aumentar-meu-penis.html

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