Banheirão - Sexo em banheiros públicos


"Naquele dia eu estava com muita raiva da vida, não tinha uma pessoa especifica, acho que tudo estava ruim na minha vida, ao menos naquele momento eu achava.
Sabe aqueles dias que você não vai para o trabalho porque acha que o patrão paga pouco, e você é superior a própria empresa, pois é, eu estava assim, estava de saco cheio, quase não encontrei roupa que estivesse a minha altura naquele dia prá sair, tudo porcaria, meus sapatos então, todos um lixo.
Decidi ir no shopping, dar uma volta, ver gente bonita, meu bairro só tinha gente feia, eu precisava ver gente do meu nível, eu estava cansado de gentinha, de pobre bastava eu.

Olhei muitas vitrines, lanchei, e me deu vontade urinar, então fui para o banheiro, estava com a porta encostada, quase não entrei, fiquei comedo de ter algum drogado pra que fosse me roubar!
Quando entrei até assustei, tinha um moreno babado, meu numero, pulseirona de ouro, Iphone na mão, e pela roupa alinhada com toda certeza de marca...
Fui no reservado, afinal nunca gostei de urinar naqueles vasos masculinos de parede, todos sujos e com certeza cheios de doença.
-Precisa de ajuda prá balançar?
-Aiiii, você me assustou danadinho.
-Sai logo dai, bora curtir gostoso aqui, vem!

Eu já tinha ouvido falar sobre sexo em banheiro, mais nunca tinha nem sonhado, mas aquele moreno, huuuum, tudo de bom.
-Pega prá você sentir!
-Delicia, grossona hein...
-Vem, ta na hora da mamadeira!
Não pensei duas vezes,  ai de boca naquele cacete lindo, grosso, moreno, depiladinho, quanto mais eu chupava mais sentia vontade de chupar.
Depois de uns minutos fomos pra dentro de uma cabine do banheiro, ele queria me comer, mas nenhum de nós dois tinha camisinha.
-Vo bater uma prá tu, depois tu chupa mais.
-Combinado!

Ele me chupou muito gostoso também, me punhetava com gosto, e eu estava curtindo demais, depois de dias sofrendo com gentinha, finalmente estava curtindo alguém realmente a minha altura..."
O caso acima é um relato verdadeiro, abaixo segue a entrevista feita com o rapaz do caso relatado, e para preservar sua identidade chamaremos ele pelas iniciais J.V.D.

Antônio S. - No seu relato você deixou claro que sua vida estava ruim por vários motivos, inclusive pelo fato das pessoas não ser do ser nível, e hoje, seu nível melhorou?

J.V.D - Em outros tempos eu te responderia com alguma grosseria, pois entendi o duplo sentido da sua pergunta Antônio, mas sendo honesto comigo mesmo, hoje meu nível mudou sim, hoje não reclamo mais da vida, eu tinha tudo, inclusive uma família presente e achava que alguém la em cima estava de sacanagem comigo, eu queria ser oque eu não era, e pecava em questões como minha própria saúde...

Antônio S. - Muito bem, o fator beleza realmente é determinante, 6 a cada 10 casos de pessoas infectadas por DSTs deixaram de se prevenir por achar que beleza significa saúde, mas porque naquele momento você não se preveniu?

J.V.D - Primeiro porque ele queria me penetrar e não deixei, nós não tinha camisinha, e pensei que estava seguro fazendo sexo oral.
Antônio S. - Como você descobriu que estava com Sífilis?

J.V.D - Através dos sintomas, primeiro apareceu uma feridinha na parte de cima da cabeça do meu pau, não incomodava, mais de um dia para o outro dobrou de tamanho...
Antônio S. - Mas se não houve a penetração, qual foi o fator de risco no teu caso?

J.V.D - Primeiro que eu fiz sexo oral num cara que não conhecia, depois sem camisinha, e prá completar ele me enganou, ele segurou minha cabeça e ficou metendo na minha boca e não disse que estava gozando, de repente senti o esperma na minha boca.
Antônio S. - E naquele momento, você fez oque?

J.V.D - Sai do box, cuspi na pia e enxaguei minha boca e sai dali.
Antônio S. - Não pensou em ir ao médico?

J.V.D - Não, a pica dele estava perfeita, sem marcas, sem feridas, sem mal cheiro...
Antônio S. - Você aprendeu sobre DSTs na escola?

J.V.D - Sim, me lembro que na oitava série nos ensinaram, deram uma apostila com umas 4 páginas e aprendemos.

Antônio S. - Pelo seu relato, em mais ou menos 12 anos de estudos teve 1 aula sobre DSTs?
J.V.D - Sim!

Antônio S. - Na sua opinião, as escolas deviriam ensinar mais sobre DSTs?

J.V.D - Sim, porque na verdade eu parei de estudar na oitava série, talvez eu tivesse mais consciência se tivesse aprendido mais.

Antônio S. - Qual foi a lição que tirou disso tudo?

J.V.D - Amor próprio vale mais que qualquer momento sem proteção, ainda mais com um desconhecido...

Antônio S. - Curado?

J.V.D - Sim, no segundo dia que percebi a lesão fui ao médico e fiz o tratamento corretamente...

Vamos entender melhor sobre a sífilis:
TRATAMENTO DA SÍFILIS
A sífilis tem cura, se tratada corretamente com antibióticos apropriados, de preferência, com penicilina.
– Sífilis primária, secundária ou latente precoce = Penicilina benzatina (Benzetacil)
– Sífilis com mais de 1 ano de evolução ou de tempo indeterminado = Penicilina benzatina (Benzetacil)
Os casos de sífilis com acometimento do sistema neurológico (neurossífilis) não devem ser tratados com penicilina benzatina, mas sim com penicilina G cristalina ou penicilina G procaína.
Após o inicio do tratamento as lesões começam a desaparecer já nos primeiros dias. Porém, para se confirmar a cura é preciso repetir os exames de sangue.
CRITÉRIOS DE CURA DA SÍFILIS
Todo paciente tratado para sífilis deve refazer o VDRL com 6 e 12 meses. O critério de cura da sífilis é o desaparecimento dos sintomas e uma queda de 4 titulações nos níveis de anticorpos.
Exemplos:
– VDRL era 1/64 e após o tratamento caiu para 1/16.
– VDRL era 1/32 e após o tratamento caiu para 1/8.
– VDRL era 1/128 e após o tratamento caiu para 1/32.
Quanto mais tempo se passa, mais caem os títulos, podendo até ficarem negativos após alguns anos (há pacientes curados que permanecem a vida inteira com títulos baixos de VDRL, como 1/2 ou 1/4). Não é preciso que o VDRL fique negativo para se atestar a cura da sífilis.

SINTOMAS DA SÍFILIS

A doença é dividida em 3 estágios, denominados sífilis primária, sífilis secundária e sífilis terciária.
1. Sintomas da sífilis primária
O período de incubação, ou seja, o intervalo de tempo entre o contágio e os primeiros sintomas, é em média de 2 a 3 semanas. Todavia, há casos em que este intervalo pode ser tão curto quanto três dias ou tão longo quanto três meses.
A lesão da sífilis primária é uma pápula (uma pequena elevação na pele) nos órgãos genitais que em poucas horas se transforma em uma úlcera não dolorosa.
Não há outros sintomas associados à lesão da sífilis primária; o paciente apresenta no máximo aumento dos linfonodos da virilha (ínguas).
Em alguns casos a úlcera pode surgir na boca ou na faringe, caso a transmissão tenha se dado através do sexo oral.
A úlcera da sífilis recebe o nome de cancro duro e após 3 a 6 semanas desaparece mesmo sem tratamento, levando à falsa impressão de cura espontânea. Portanto, a sífilis inicialmente é uma doença indolor, que costuma frequentemente passar despercebida e que parece desaparecer espontaneamente após algum tempo.
O problema é que o desaparecimento do cancro duro não significa cura, pelo contrário, a bactéria agora está se multiplicando e se espalhando pelo organismo silenciosamente.
2. Sintomas da sífilis secundária
Em 25% dos pacientes não tratados na fase primária, algumas semanas ou meses após o desaparecimento do cancro duro, a sífilis retorna, agora disseminada pelo organismo. Em alguns casos , o paciente só descobre que tem sífilis na fase secundária, pois a lesão primária pode ter passado despercebida na época.
Essa forma de sífilis se manifesta com erupções na pele, classicamente nas palmas das mãos e solas dos pés. Também são comuns febre, mal estar, perda do apetite, dor nas articulações, queda de cabelo, lesões oculares e aumento dos linfonodos difusamente pelo corpo.
As lesões nas solas dos pés, palmas das mãos e mucosa oral são características, mas as erupções de pele podem ocorrem em qualquer local do corpo.
Uma outra lesão típica da sífilis secundária é o chamado condiloma lata , uma lesão úmida, com aspecto de uma grande verruga, que surge geralmente próximo do local onde existiu a lesão do cancro duro na sífilis primária.
Há casos, porém, que a sífilis secundária apresenta poucos sintomas, fazendo com que o paciente não dê muita importância ao quadro. Cerca de 20% dos pacientes com sífilis secundária não consideram seus sintomas incômodos o bastante para procurarem ajuda médica.
Assim como ocorre na sífilis primária, os sintomas da sífilis secundária desaparecem espontaneamente, sem qualquer tratamento.
3. Fase latente da sífilis
Após o desaparecimento da sífilis secundária, o paciente entra na fase latente da doença. Não há sintomas, mas os testes laboratoriais para sífilis são positivos  A fase latente é dividida em latente precoce, quando a contaminação pelo Treponema pallidum ocorreu há menos de 1 ano, ou latente tardia, nos casos de infecção há mais de um ano.
4. Sintomas da sífilis terciária
Os pacientes podem ficar vários anos, inclusive décadas, assintomáticos na fase latente antes de um novo retorno da doença. Esta nova fase, quando os sintomas retornam, é chamada de sífilis terciária, a forma mais grave da doença.
A sífilis terciária apresenta 3 tipos de manifestações:
– Goma sifilítica =
grandes lesões ulceradas que podem acometer pele, ossos e órgãos internos.
– Sífilis cardiovascular
= acometimento da artéria aorta, causando aneurismas e lesões da válvula aórtica
– Neurosífilis =
acomete o sistema nervoso, levando à demência, meningite, AVC e problemas motores por lesão da medula e dos nervos...
Repense seus conceitos, use preservativo!





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