Conto Erótico Gay - O médico do Botafogo



Me lembro bem daquela quarta feira de maio de 2006, quando sai do serviço e fui para casa, eu sempre pagava o coletivo na rua araguaia esquina com anhanguera, na época eu morava no Santa Genoveva, e todos os dias fazia o mesmo caminho.
Naquele dia, estava impossível pegar o coletivo naquele ponto, e quem mora em Goiânia sabe que antigamente tinha um ponto de ônibus de frente ao Bosque Botafogo, pois foi exatamente prá la que fui, pois sabia que lá não teria praticamente ninguém e com certeza seria mais fácil um coletivo para ir prá casa.

Quando cheguei la, tinha duas mulheres que acho que eram irmãs devido a semelhança, com uma garotinha de colo, um médico, sei que era um médico pois estava de jaleco.
Discretamente eu mirei o doutor(risos) de alto a baixo, branco, alto, devia ter por volta de 1.80, pelo braços na hora percebi que era sarado, cabelos pretos e lisos, e poucos pelos.
Quando cheguei ao ponto vi que ele me olhou tranquilamente, mas nada além disso, pensei até que era um esnobe, afinal estava em silêncio apesar das duas incautas ali estarem nitidamente se oferecendo prá ele.
Para minha sorte, passou um coletivo e elas foram, não era para meu setor e também não era o setor do doutor gato.

Uns três minutos após as mulheres terem ido embora, ele tira o jaleco, e vejo aquela calça branca com uma bunda que me fez ficar de pau duro, mas fiquei na minha.
-Você tem horas?
-São 18:20
-Obrigado!
Eu sinceramente estava disposto a pegar aquele médico, mas estav com medo de levar umas porradas, pois ele era muito forte.
-Você para qual setor?
-Santa Genoveva, e você?
O danado do médico tinha puxado conversa, mas acabara de me deixar no vácuo.
-Eu moro ali.

Quando aquele cara apontou que morava na parte de trás do bosque Bota Fogo meu coração acelerou, naquele momento pensei que no instante seguinte eu seria assaltado.

-Desculpa a indiscrição, mas você parece estar vindo do serviço, e disse que mora alí atrás, e está aqui no ponto de ônibus esperando coletivo!!!
-Seu coletivo vai demorar, quer dar uma volta no bosque?
-Não obrigado, vo subir ali e pegar um moto boy, tchau.
-Relaxa cara, não irei de assaltar, se é isso que está pensando.

Após dizer isso, o cara veio e se sentou do meu lado, que naquele momento estava o puro medo.
-E então, ta a fim de ir la no meu apartamento pra gente se conhecer?
-Oi?
-Você não curte?
-Curte oque?
(Risos)
-Desculpa a risada, mas quando tu quiser disfarçar que é gay não dê essa resposta.
-Ta vendo aquele prédio lá?
-Sei, oque tem?
-Moro la.
Vamos dar uma volta no parque, a gente conversa, se tu gostar a gente sobe la prá casa e se curte.

Sou um dominador por natureza, eu sinto muito tesão quando eu chego na pessoa e tomo todas as iniciativas, mas naquele minuto eu estava constrangido, mas fui.

Quem conhece o bosque Botafogo em Goiânia sabe que na parte de trás tem uma pontezinha, fomos prá la.


Ao chegar lá, quando me encostei no corre mão da pequena ponte, ele veio me abraçou e começamos nos beijar.
Até hoje me lembro daquele beijo, uma boca quente, carnuda, um beijo molhado porém o cara sabia beijar, além de ter um abraço forte, que me conduzia a um estado de tesão que meu pau estava doendo de tão duro.

-Já tem uns vinte minutos que estamos aqui, vamos subir la pru meu apartamento?
-Você é muito gostoso, mas acho melhor eu ir embora.
-Você ta com medo de mim?
-Olha aqui como você me deixou!

Naquele momento o safado do doutor abriu o ziper da calça e colocou pra fora uma rola de uns 18 cm, braca, grossa, e com muitas veias a mostra, e em seguida, abriu minha calça pondo prá fora meu pau que estava babando de tesão naquele cara.
-Me da aqui sua mão.
E naquele instante o danado do médico enfia minha mão por dentro da calça dele prá eu pegar na bunda dele, e veio sussurrar no meu ouvido!!!
-Sentiu, contrai ela so pra você, vamos la pru meu apartamento, so versatil, deixo você fazer oque quiser com ela!
-Não, eu preciso ir...ixxxxx, nossa, moço não faz isso...

Antes mesmo de eu terminar a frase o cara se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau, se o beijo era bom, pensa num boquete melhor ainda, o cara mandava muito bem...
-Espera, vem, levanta!
-So para se você for la pra casa...
-Ok, eu vo, depois que a gente transar vo embora.

Cheguei na casa do doutor e após um banho, fui para os braços daquele cara, que além de muito bonito era um cara surpreendente, atencioso, carinhoso...
-To aqui, na cama te esperando!

Quando cheguei no quarto, Dr. Adelson estava so de cueca na cama a minha espera.
Assim que me deitei começamos a nos beijar, em seguida Adelson tirou minha cueca e começou a me chupar, depois de uns dez minutos mudei de posição e começamos um 69 deliciosos, Adelson era todo limpinho e cheiroso, e eu estava aproveitando aquela rola.

-Vem!
Adelson ficou de quatro segurando na grade da cama, e não pensei duas vezes, cai de boca naquele cuzão lisinho e todo branquinho que estava carente de um macho que desce um trato nele.
Quanto mais eu linguava aquele cuzinho mais Adelson gemia, eu dava tapas naquela bunda sarada e lisa, dava mordidas e chupões que fazia Adelson gemer muito.
Não aguentei, so peguei um preservativo no criado, coloquei e comecei a meter rola naquele cu que era apertadinho e que mordia meu pau, ele contraia o cuzinho num pompoarismo delicioso que me fazia meter cada vez mais forte e com muito tesão.


o médico
-Vem meu garanhão, me fode gostoso, vem entra dentro de mim.
-Você gosta de rola ne seu safado, fala!
Naquele momento dei uns tapas na cara de Adelson que gemeou muito mais alto...
-Ai, não aguento mais...
Naquele momento meti com mais força ainda, pois percebi que Adelson ia gozar, e assim foi, ele ali de quatro com uma mão na grade da cama, e a outra segurando meu braço que o mantinha encostado em mim.

-Nossa, eu ainda demoro gozar, você aguenta?
-Demais, vamos mudar de posição, quero essa sua rola todinha hoje a noite toda...

Adelson deitou de lado, e me encaixei por trás e comei a meter, enquanto metia naquela bunda que eatava me matando de tesão, beijava ele na boca, as vezes beijando o pecoço dele, mordendo as costas dele, e ele gemendo e pedindo mais.
Estavamos de lado, uma das pernas dele estava meio levantada, com a minha perna por baixo fazendo suporte, depois de algum tempo abaixei a perna dele para que fizesse pressão no meu pau.

-Vem, vamos mudar de posição, quero gozar olhando no teu olho.
Coloquei ele de frente, e comecei a mamar aqueles mamilos deliciosos, morder aquele peitoral sarado, e metendo forte.
Adelson so parava de gemer quando eu beija ele na boca.

-Aaaah, perai, nossa...
-Oque foi?

De repente senti jatos de porra em meu peitoral, e na terceira metida não me segurei mais e gozei, o tesão foi intenso ao sentir a porra quente do Adelson jorrar sobre meu peitoral.

-Seu safadinho, você acabou comigo, já pensou se te deixo ir prá casa?
-Essa foi so a primeira da noite...

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